Apólices do Real Erário



História, valores faciais e estampagem

As apólices do Real Erário foram títulos de empréstimo sobre o Tesouro português que, pelas características que foram adquirindo durante os seus 40 anos de existência, foram uma primeira aproximação à circulação de papel-moeda em Portugal.

Em 1761, durante o reinado de José I, foi criada a instituição do Erário Régio por Carta de Lei de 22 de Dezembro. Esta instituição substituiu a Casa dos Contos do Reino e implicou a centralização absoluta das finanças de Portugal e das suas então colónias: todas as rendas passaram assim a dar entrada no Erário Régio e dele saíam os fundos para todas as despesas. O Inspetor-Geral do Tesouro presidia ao Erário Régio, imediatamente subordinado ao rei. O primeiro a ocupar o cargo foi Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, que ocupou o cargo até 1777.

As dificuldades de financiamento do Tesouro do país, ou seja, do Real Erário atrás mencionado, foram a base para o surgir da primeira forma de papel-moeda transmissível e emitido por uma entidade estatal: as apólices do Real Erário.

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Gabinete do Património Histórico da CGD
Nuno Fernandes Carvalho
Outubro de 2013

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Apólice de 10.000 réis de 1798
Património Histórico - Apólice de 10.000 réis de 1798
Apólice de 5.000 réis de 1799
Património Histórico -  Apólice de 5.000 réis de 1799
Apólice de 10.000 réis de 1799
Património Histórico -  Apólice de 10.000 réis de 1799
Apólice de 20.000 réis de 1799
Património Histórico -  Apólice de 20.000 réis de 1799
Apólice de 20.000 réis de 1799 (2a versão)
Património Histórico - Apólice de 20.000 réis de 1799 (2a versão)
Verso de apólice com carimbos de pagamentos de juros
Património Histórico - Verso de apólice com carimbos de pagamentos de juros
Apólice de 2.400 réis de 1805
Património Histórico - Apólice de 2.400 réis de 1805
Apólice de 1.200 réis de 1807
Património Histórico - Apólice de 1.200 réis de 1807
 

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