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Programa de Baixo Carbono
Programa de Baixo Carbono

Enquadrado na sua Política de Ambiente, a CGD criou o Programa de Baixo Carbono como resposta às alterações climáticas.

O Programa de Baixo Carbono materializa a estratégia da CGD neste contexto, visando contribuir para a redução do impacte ambiental das suas atividades, promovendo o desenvolvimento sustentável e procurando simultaneamente induzir boas práticas junto dos seus stakeholders.

O Programa de Baixo Carbono é constituído por 4 vetores de atuação:

  • Financiamento da Economia de Baixo Carbono: Disponibilização de soluções financeiras que contribuam para a Economia de Baixo Carbono;
  • Redução de Emissões de Gases com Efeito de Estufa: Aplicação de medidas com vista à redução dos consumos energéticos e respetivas emissões;
  • Mitigação do Risco Ambiental: Implementação de medidas com vista à redução dos riscos ambientais com capacidade de afetar as atividades da CGD;
  • Transparência e Sensibilização: Transparência no reporte de informação e sensibilização dos stakeholders para a adoção de boas práticas ambientais.

A CGD participa anualmente em diversos índices externos de Sustentabilidade de forma a avaliar o seu desempenho em matéria de adaptação às alterações climáticas, destacando-se a participação voluntária, desde 2009, no questionário de Climate Change do Carbon Discloure Project (CDP).

  • Financiamento da Economia de Baixo Carbono

    Disponibilização de soluções financeiras que contribuam para a Economia de Baixo Carbono.

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    O Acordo do Clima de Paris (COP 21), colocou definitivamente o tema das alterações climáticas no centro da agenda global.

    O setor financeiro, enquanto um dos principais impulsionadores do desenvolvimento económico, deve desempenhar um papel estrutural na dinamização de uma economia de baixo carbono.

    A CGD tem vindo a desenvolver ao longo dos anos soluções financeiras que facilitam o acesso dos seus clientes a produtos ambientalmente responsáveis, bem como a integração dessa preocupação nas soluções já existentes.

    O desenvolvimento de produtos e soluções financeiras que promovem a transição para um modelo económico mais sustentável constitui por isso um vetor fundamental do Programa de Baixo Carbono.

    A CGD mantém a comercialização de diversas linhas de financiamento que contribuem de uma forma efetiva para a redução das emissões de GEE dos seus clientes, abrangendo áreas como a Eficiência Energética, as Energias Renováveis e a Mobilidade sustentável.

  • Redução de Emissões de Gases com Efeito de Estufa

    Desenvolvimento de projetos e iniciativas que permitam redução das emissões de Gases com Efeito de Estufa (GEE).

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    A implementação de medidas para a redução das emissões de Gases com Efeito de Estufa é essencial para a concretização da estratégia de combate às alterações climáticas da CGD.

    A utilização de energias de fonte renovável é uma peça fundamental na minimização da dependência energética nacional e na redução das emissões de carbono.

    Entre as diversas medidas já concretizadas, destaca-se a central solar térmica do Edifício Sede da CGD, maior central do País aplicada num edifício de serviços e a medida mais visível para a redução de emissões de CO2.

    A central solar do Edifício Sede da CGD é composta por 158 coletores solares instalados em 1 600 m2 da cobertura do edifício na Av. João XXI, em Lisboa, permitindo a produção de energia que é utilizada para aquecer e arrefecer (através de um chiller de absorção) água para sistemas de climatização, instalações sanitárias e cozinha do refeitório.

    Desde a sua entrada em funcionamento em 2008 e até novembro de 2018 (inclusive), a central solar do Edifício Sede produziu mais de 10.440.900 kWh (10,4 GWh) de energia renovável.

    A instalação desta central foi decisiva para a distinção da CGD no “Prémio EDP – Energia Elétrica e Ambiente 2009”, um concurso que visa distinguir as empresas utilizadoras da rede elétrica de distribuição que demonstram ter conseguido otimizar a eficiência da energia elétrica no respeito pelos valores ambientais.

    A CGD realiza, anualmente, um inventário das emissões de gases com efeito de estuda (GEE) associadas à sua atividade, de acordo com as diretrizes do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol). A realização do inventário permite caracterizar e monitorizar a evolução dos consumos e, consequentemente, as emissões de GEE, ao longo dos diversos anos de reporte. Desta forma, a Organização consegue identificar a eficiência das medidas de redução já implementadas e delinear novas medidas de mitigação.

    Ao longo dos anos, a CGD tem vindo a definir diversos objetivos de redução de emissões de GEE.

    Consulte os Relatórios de Sustentabilidade da CGD para saber mais informações sobre os objetivos da CGD e a evolução dos indicadores ambientais.

  • Mitigação do Risco Ambiental

    Implementação de medidas com vista à redução dos riscos ambientais com capacidade de afetar as atividades da CGD.

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    Através da sua Política de Ambiente, a CGD reconhece que a adoção de práticas de desenvolvimento sustentável na gestão corrente do Banco constitui parte integrante da sua missão, visando a preservação do ambiente, gerindo e monitorizando os impactes diretos e indiretos das suas atividades, produtos e serviços.

    Atendendo à sua dimensão, importância e reputação no sistema financeiro nacional, a mitigação dos riscos ambientais é uma área que a CGD tem vindo a canalizar esforços.

    A nível de instrumentos internos, destaca-se o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) implementado no Edifício Sede da CGD e cuja certificação foi alcançada em 2014. A existência de um Sistema de Gestão, suportado na norma de referência ISO 14001, constitui uma ferramenta essencial para que a CGD desenvolva processos internos que visem a redução do consumo de recursos naturais e uma gestão mais eficiente do risco ambiental, assumindo desta forma, um compromisso sustentável de melhoria contínua do seu desempenho ambiental.

    No âmbito do SGA, foi desenvolvida uma Matriz de Identificação de Aspetos Ambientais Significativos, estabelecendo deste modo uma metodologia de ação para a identificação, avaliação e mitigação dos aspetos ambientais associados às atividades da CGD.

    A nível da sua atividade comercial, a CGD reconhece a existência de sectores de atividade ou projetos que podem contribuir negativamente para o Desenvolvimento Sustentável, pelo que estabeleceu em 2018 os Princípios CGD de Exclusão e Limitação Setorial, subjacentes a atividades e projetos que são excluídos, ou restringidos sob determinadas condições, da sua política de crédito, tendo em conta o potencial de risco socio ambiental.

    Para conhecer melhor os Princípios CGD de Exclusão e Limitação Setorial, consulte a informação sobre Políticas e Compromissos.

  • Transparência e sensibilização

    Transparência no reporte de informação e sensibilização dos stakeholders para a adoção de boas práticas ambientais.

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    A CGD, enquanto instituição consciente dos desafios que as alterações climáticas representam, assume uma atitude ativa na transparência no reporte de informação relacionada com o clima e na sensibilização/mobilização dos seus stakeholders para a temática ambiental.

    A Task-force on climate-related financial disclosure (TCFD) é uma iniciativa do Financial Stability Board que visa desenvolver recomendações sobre divulgações voluntárias de informação financeira relacionadas com o clima.

    Estruturada em torno de quatro áreas temáticas – Governança, Estratégia, Gestão de Riscos e Métricas e Metas – as recomendações da TCFD fornecem uma estrutura para as empresas identificarem e reportarem, de forma transparente, os riscos e oportunidades relacionados com o clima.

    Destacamos alguma da atuação da CGD ao nível dos 4 pilares estratégicos da TCFD:



    Governação

    O Conselho de Administração (CA) é o órgão com responsabilidade máxima na definição da estratégia de sustentabilidade da CGD;

    O Comité de Sustentabilidade (CSU) é o órgão consultivo da Comissão Executiva, responsável pela apreciação, debate e monitorização da implementação, numa ótica corporativa, da estratégia de Sustentabilidade da CGD, promovendo desta forma a mitigação de riscos ambientais e o desenvolvimento de oportunidades de negócio. O CSU tem periodicidade semestral;

    A CGD possui uma Política de Ambiente publicamente disponível, que concretiza um dos eixos de ação da sua Estratégia de Sustentabilidade. A CGD assume três compromissos fundamentais no âmbito da Política de Ambiente: i) o cumprimento da legislação ambiental, ii) a adoção de uma atitude e medidas proactivas de prevenção da poluição e iii) a melhoria contínua do desempenho ambiental. O Conselho de Administração é o responsável máximo pela Política de Ambiente da CGD.

    Estratégia

    O Programa de Baixo Carbono materializa a estratégia da CGD para as alterações climáticas e está assente em quatro vetores de atuação: i) Financiamento da Economia de Baixo Carbono; ii) Redução de Emissões de Gases com Efeito de Estufa; iii) Mitigação do Risco Ambiental; vi) Transparência e Sensibilização;

    A CGD participa em diversos grupos de discussão multissetorial como a European Banking Federation; BCSD Portugal e o Global Compact Network Portugal, por forma a incluir na sua estratégia as principais tendências e boas práticas ao nível do setor financeiro;

    A CGD participa anualmente no questionário de Climate Change do Carbon Disclosure Project, onde são identificados exemplos concretos de riscos e oportunidades ao nível das alterações climáticas.

    Gestão de Risco

    A CGD lançou os seus Princípios de Exclusão e Limitação Setorial, subjacentes a atividades e projetos que são excluídos, ou restringidos sob determinadas condições, da sua política de crédito, tendo em conta o potencial de risco socio ambiental;

    A CGD tem promovido a implementação de princípios e cláusulas de sustentabilidade nos contratos com fornecedores, como forma de mitigar riscos ambientais e sociais na cadeia de abastecimento;

    No âmbito do Sistema de Gestão Ambiental, foi elaborado um procedimento de gestão interno para a identificação e avaliação dos aspetos ambientais associados às atividades, produtos e serviços da CGD.

    Metas e Métricas

    Reporte das emissões de Gases com Efeito de Estufa (Âmbito 1, 2 e 3) no Relatório e Contas e Relatório de Sustentabilidade da CGD;

    Incorporação dos principais indicadores de Sustentabilidade enquanto anexo do Relatório de Sustentabilidade;

    Desenvolvimento de indicadores e ferramentas internas para avaliar o desempenho do Sistema de Gestão Ambiental.

    Ao nível da sensibilização e mobilização dos seus stakeholders para a temática ambiental, a CGD tem em curso um projeto de reciclagem de cartões bancários, em parceria com a empresa Extruplás.

    A nível interno, a CGD também tem vindo a desenvolver diversas campanhas de sensibilização para a importância da adoção de boas práticas ambientais, com especial foco na reciclagem de resíduos.

    Consulte os Relatórios de Sustentabilidade da CGD para saber mais sobre as iniciativas de sensibilização ambiental desenvolvidas pela CGD.