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Caixagest Investimento Socialmente Responsável#ReflorestarPedrógão

Veja o futuro florescer.

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de 50.000 árvores

A Caixa e a Caixagest contribuem para a reflorestação de Pedrógão Grande de acordo com o volume de subscrições efetuadas no Fundo Caixagest Investimento Socialmente Responsável* até 31 de dezembro de 2017.

Porque não existe futuro sem árvores

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Estas árvores somos nós.

O Caixagest Investimento Socialmente Responsável* foi lançado num contexto de crescente consciencialização dos consumidores para o impacto das suas decisões de investimento em áreas como o bem-estar social, a sustentabilidade ambiental ou as boas regras de governação corporativa. É o primeiro Fundo gerido em Portugal cuja estratégia de investimento se baseia na seleção de empresas com as melhores práticas nestas áreas, investindo numa carteira de ações (com um limite máximo de 40%) e de obrigações. São excluídas empresas cuja atividade esteja a associada a setores com impacto social ou ambiental negativos, como o jogo, tabaco, armamento ou energia nuclear.

Condições

  • Subscrição inicial: €100
  • Comissão de subscrição: 0%
  • Comissão de resgate: 1% para investimentos inferiores a 89 dias;0,5% para investimentos entre 90 e 179 dias; 0% para investimentos superiores a 180 dias
  • Prazo recomendado de investimento: 2 Anos
  • Data de constituição: 03/01/2017
  • Ativos sob gestão a 30/11/2017: 59,5 milhões de euros

Impacto social

Ao investir no Fundo está a colaborar socialmente através de duas vias:

  • Subscrição de um Fundo* que procura investir em empresas com as melhores práticas de impacto social;
  • Contribuição para a reflorestação de Pedrógão Grande, de acordo com o volume de subscrições efetuadas no período da campanha que decorre até 31 de dezembro de 2017.

3.000€ subscritos = 1 árvore

Vamos começar por plantar 1 árvore nativa por cada 3.000€ de subscrições efetuadas no Fundo*. Mas quanto maior for o volume de subscrições do Fundo menor será o custo de plantar cada árvore, sendo possível chegar a plantar uma árvore por cada 1.650€ subscritos.

#ReflorestarPedrógão

A Caixagest e a Caixa contribuem assim para a reflorestação de Pedrógão Grande, através da plantação de espécies autóctones. A área total recuperada está dependente do volume global de subscrições efetuados durante a ação.

Fases da Reflorestação

Plantação de árvores em terrenos públicos do Município de Pedrógão Grande.

Operação 1 – Definição dos objetivos das áreas a planta

O objetivo fulcral é a conservação e recuperação ambiental de espaços rurais, em particular de recursos florestais e silvestres associados, visando a diminuição dos impactes negativos causados pelos incêndios florestais e a conservação do solo, da água, da fauna e da flora e o aumento da área florestal biodiversa.

Através da promoção de ações de plantação com espécies autóctones (azinheira, sobreiro, castanheiro, carvalhos, pinheiro-bravo, pinheiro-manso, etc.), pretende-se corrigir os defeitos da recuperação de áreas ardidas/degradadas apenas pela regeneração natural sem condução silvícola adequada, fomentando igualmente a gestão florestal sustentável/responsável.

Operação 2 – Determinação dos locais de plantação

Potenciar o aproveitamento de:

  • Áreas florestais sensíveis / degradadas;
  • Áreas abandonadas;
  • Áreas percorridas por incêndios.

Desta forma contribuímos para as recuperar ambientalmente.

Operação 3 – Escolha adequada das espécies a plantar

Serão utilizadas espécies autóctones adaptadas às condições edafo-climáticas dos locais a plantar. Estas espécies são mais resistentes a pragas, doenças e a períodos longos de estio e chuvas intensas. Destacam-se algumas das espécies mais emblemáticas das nossas florestas:

  • Carvalho-alvarinho - Quercus robur;
  • Carvalho-negral - Quercus pyrenaica;
  • Medronheiro - Arbutus unedo;
  • Pinheiro-bravo - Pinus pinaster;
  • Pinheiro-manso - Pinus pinea;
  • Sobreiro - Quercus suber;
  • Azinheira – Quercus ilex;
  • Teixo – Taxus baccata;
  • Castanheiro – Castanea sativa;

Operação 4 – Descrição dos trabalhos de plantação

Antes de procedermos à plantação, garante-se que o terreno reúne as condições necessárias à instalação e crescimento das espécies florestais propostas. Desta forma, realiza-se a preparação do terreno através de dois tipos de intervenções: controlo da vegetação espontânea e mobilização do solo.

Com as intervenções sobre a vegetação espontânea pretende-se diminuir a capacidade de competição por nutrientes e água, reduzir o risco de incêndio e possibilitar a realização de mobilização do solo e plantação. Realiza-se esta operação manualmente, moto-manualmente ou de forma mecanizada (uso de corta-matos, grada de discos e lavoura), optando sempre pelas operações que minimizem os impactes na paisagem, no solo, na água e na biodiversidade e maximizem as hipóteses de estabelecimento dos povoamentos florestais.

Com a mobilização do solo, pretende-se melhorar algumas das características físicas do solo como a porosidade, capacidade de retenção de água e infiltração hídrica e facilitar ou melhorar o desenvolvimento do sistema radicular das plantas. Utilização de métodos de mobilização localizada (restringida à periferia dos locais de plantação ou sementeira), métodos de mobilização em linhas ou em faixas (de largura variável) e métodos de mobilização total (ripagem e subsolagem, vala e cômoro, lavoura e abertura de covas mecanizada).

Procede-se à colocação das plantas no terreno tendo em atenção o tipo de preparação da estação, o declive e o tipo de solo, de forma a maximização do aproveitamento de água e elementos minerais e evitar as situações de excesso ou de insuficiência de água e as de descalçamento das raízes das plantas.

Instalação de povoamentos florestais que promovem a biodiversidade, contribuem para a melhoria ambiental do local (fixação de CO2, recuperação de solos degradados e percorridos por incêndios, combate de infestantes, etc.), contribuem para a minimização do risco de incêndio na região, contribuem para o aumento da riqueza das populações locais e trazem benefícios sociais como a criação postos de trabalho e espaços de recreio e lazer.

Operação 5 – Monitorização e acompanhamento dos povoamentos

Ao longo de 30 anos, é elaborado um relatório anual com a descrição do estado do povoamento e das operações nele efetuadas. A informação contida no relatório é ilustrada com fotos de 2 épocas distintas do ano.

* O investimento no Fundo pode implicar a perda do capital investido, pois não há capital garantido. O valor diário da unidade participação é divulgado todos os dias úteis nas agências da Caixa, no serviço Caixadirecta, no sítio www.caixagest.pt e através do sistema de difusão da informação da CMVM (www.cmvm.pt).

Esta informação não dispensa a consulta de Informações Fundamentais destinadas aos Investidores (IFI) e do prospeto do Fundo disponível nas agências da Caixa, na página do Fundo em www.cgd.pt e www.caixagest.pt.

Participe na reflorestação de Portugal.

Consulte aqui as condições do fundo