Estudos no estrangeiro

Erasmus: Como preparar a partida

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Prosseguir estudos fora envolve planeamento. Ajudamos com os passos essenciais. Eis a nossa grelha de partida em 6 etapas. 23-09-2020

Ter uma experiência académica além-fronteiras permite conhecer novas realidades e assim antecipar uma carreira fora do País. Aponte esta grelha de tópicos que deve verificar antes da partida.

Ir estudar para o estrangeiro e conseguir com isso poder sonhar com uma carreira internacional depois de terminados os estudos, tornou-se cada vez uma tendência. Esta partida deve, contudo, implicar uma preparação cuidada, nomeadamente dos custos – desde a viagem ao alojamento.

Confira as etapas principais deste plano, com base no tempo que tenciona permanecer fora e na possibilidade de incluí um estágio profissional. Conte com um período médio entre 3 meses e 2 anos. 

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1ª Etapa: Prepare os custos da Viagem

As deslocações pesam no orçamento mas oferecem margem de alguma poupança, nomeadamente a antecedência com que as marca. Além da viagem para o país destino, deve ainda incluir alguma provisão s para as viagens internas, assim como a países de fronteira que tenha interesse em conhecer.

Algumas das plataformas de marcação destas viagens permitem-lhe fazer simulações, assim como estabilizar rotas mais económicas. Recorra a acessos como a Skyscanner ou a Google.flights.Lembre-se que os horários madrugadores  levam sempre vantagem no preço.

 

2ª etapa: Prepare os custos da estada

Comece as suas pesquisas nas residências oficias da Universidade para onde vai estudar. Se lhe for de todo impossível encontrar alternativa, mais uma vez, as pesquisas online são facilitadoras imbatíveis.

Até lá, esgote todas possibilidades porque é nestas residências que pode encontrar as soluções mais seguras, fiáveis, cómodas e além disso mais económica. Para isso recorra ao Gabinete de Relações Internacionais da universidade.

As suas pesquisas online devem partir de critérios de fiabilidade e confiança que estes sites devem saber garantir-lhe. Destacamos algumas como a Erasmusu; a Beroomers ou a AcademicHomes.Tenha em conta que um dos fatores a ter em conta destes alojamentos é a proximidade da escola. Maior distância, pode envolver subida nos custos. Há que saber estabilizar um compromisso entre a qualidade da habitação, critérios de segurança e comodidade.

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3ª etapa: Defenda os seus custos fixos

Muna-se de informação detalhada sobre o custo de vida no país de acolhimento. Faça contas às despesas da água, luz, serviços; alimentação. É  importante que aos valores que conseguir apurar destes contactos prévios, possa juntar uma almofada financeira de 15%.

Muito importante incluir nestas despesas um seguro de assistência de saúde, capaz de lhe dar mais tranquilidade além daquela que pode estar incluída no plano da universidade onde se matriculou. Saiba mais sobre o Cartão Europeu de Seguro de Doença neste artigo do Saldo Positivo /Site/Saldo-Positivo/protecao/Pages/Seguro-Europeu-de-saude.aspx

 

4ª etapa: Modere os custos variáveis

Uma das principais vantagens de estudar lá fora é sem dúvida a oportunidade de conhecer outras realidades. Ora isso pode implicar um orçamento suplementar nas suas contas. O que pode gastar nos convívios com os amigo, nas confraternizações com colegas, assim como nas vistas que se proporcionarem para conhecer a Cultura e os hábitos locais. Todas são questões que deve saber antecipar neste plano de preparação.  

Faça esta gestão com responsabilidade e com uso de todos os meios que ao seu alcance para os necessários ajustamentos. Planear as despesas obriga que se mantenha fiel ao plano. Estabeleça mecanismos de alarme que lhe permitem corrigir os desvios.

 

O QUE A CAIXA PODE FAZER POR SI?

Ir estudar para fora do país é um desafio, nomeadamente na gestão de contas todos os dias. Por isso a Caixa permite viabilizar soluções que podem facilitar este exercício diário das despesas lá fora.

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5ª etapa: Informe-se sobre os apoios à partida e à chegada

Informe-se sobre potenciais apoios a que pode candidatar-se no seu pais natal, como por exemplo o Programa Erasmus+. Ao abrigo desta alternativa, pode ficar isento do pagamento de propinas, inscrições e exames. Isto além de aceder a laboratórios e bibliotecas. Com vagas limitadas, este programa carece de inscrição e aprovação. Cada estudante recebe um valor fixo em função das especificidades do país de acolhimento.

Paralelamente, note que podem ainda restar-lhe apoios ou recursos de apoio, geridos em cada universidade, que podem fazer diferença na sua instalação, alojamento e adaptação ao local.

 

6ª etapa: Estabilize a sua rede de contactos

Antes de se mudar definitivamente para a sua universidade de acolhimento, tenha em conta que deve ter consigo uma lista de contactos de apoio ou uma rede académica de suporte capaz de lhe dar as orientações iniciais. É importante ter uma noção prévia do ambiente social que vai encontrar e isso pode inclusive requer uma visita prévia de reconhecimento. Mais despesas, portanto.

Uma vez instalado, lembre-se de manter um espirito de descoberta e foco na sua integração. Tire proveito da experiência, sem deixar que as diferenças com os seus colegas locais sejam obstáculo.

 

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